Tookas Surf and Street
 

Tão Perto, Tão Longe.

Por CRISTIAN - 16/12/2015 - 08h43min




 


Tão Perto, Tão Longe.



 




A taça mais desejada do surfe mundial de 2015 está nas mãos do Brasil. Dependemos de nós mesmos, ou de nossos surfistas, para mantê-la em casa pelo segundo ano consecutivo. Depende na verdade de Filipinho. Tendo alcançado o Round 3, qualquer tropeço de seus adversários garante o primeiro título mundial à família Toledo. Tão peto, mas tão longe.



Após a baixa inesperada de Owen Wright, que levou uma vaca nos treinos e foi barrado de disputar o Pipe Masters pelos médicos, o título mundial ainda tem 5 atletas na disputa. Mick Fanning, Adriano de Souza, Gabriel Medina e Julian Wilson ainda brigam com chances. Se os três primeiros da lista passarem uma única bateria, Wilson será o próximo a dar adeus à corrida pelo mundial. Medina só manterá as chances vivas se Filipinho não passar do round 4 e se Mineiro e Fanning não chegarem às semifinais.


A briga mais provável está mesmo entre os três primeiros. Mick começou forte em sua primeira bateria do round 1 e inflou os torcedores australianos de confiança. A combinação da vitória de Mick com as derrotas de Mineiro e Filipe deram um susto nos brasileiros que voltaram a respirar aliviados somente depois que os dois se recuperaram no round 2, vencendo suas baterias com muita garra e talento.


Questionado sobre o que percebia da corrida pelo título após sua bateria no round 2, Kelly Slater resumiu com precisão como tudo muda muito rapidamente de uma bateria para outra: “Tudo parecia que (o título) estava indo para Mick, e agora tudo parece ter mudado. A pressão está com ele agora que vai enfrentar Jamie (O´Brian), que muitos defendem ser um dos melhores aqui de frontside e de Backside. Vai ser uma bateria difícil, Mick é tri campeão mundial por alguma razão, você não pode descarta-lo… Jamie tem gasto mais tempo aqui do que qualquer outra pessoa nos últimos dez anos. Mas Mick é melhor competidor… É uma bateria muito parelha”.


O fato é que se Mick perder, o título estará praticamente garantido para o Brasil. Mas, uma derrota precoce de Mick à essa altura do tour, depois de tudo o que ele passou e de toda a experiência que tem, é tão improvável que chega a ser difícil imaginar. Melhor esperar para ver. Quero muito que o Brasil vença, mas não vou arriscar queimar a língua como muitos da imprensa australiana estão prestes a fazer.


Boas ondas. Vai Brasil!


 


Por Gustavo Santana –  Texto Originalmente publicado no site entreondas.com



Fonte nasondascombanana.com.br/novidades/tao-perto-tao-longe/
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